Este site utiliza cookies. Ao continuar neste site autoriza a sua utilização e concorda com a Política de Privacidade e com a Política para os cookies.
Escola de Magia
Login e aceder à área de aluno
ou
Matricular-se na Escola de Magia
MENU
Entrada > Átrio principal > Átrio > Biblioteca > Textos dos Alunos



Diante das Águas - O medo, a culpa e o ódio. A A A A

No dia seguinte ela se levantou bem cedo e saiu de sua casa sem tomar seu café da manhã; ela quis chegar bem cedo a escola para poder ver o garoto chegar. Só que chegando à escola ele já estava lá. Ela ficou muito surpresa ao vê-lo. Então ele começa a conversar com ela. —Oi, disse ele.
—Oi.
—Você deve está se perguntando “Por que estou na escola tão cedo?” certo? Perguntou ele.
—Não estava, mas já que falou... –Dizia Clara com vergonha de conversar com ele. —Lhe faço a mesma pergunta, disse ele.
—Eu resolvi chegar mais cedo, porque eu quero conversar com você! E você? Disse Clara.
—Eu resolvi chegar cedo para poder deixar você conversar comigo! –Dizia o garoto sorrindo. —Mas... Como... Como você sabia que... –Dizia ela surpresa com o quê ele tinha dito. —Eu tinha lhe visto na janela do seu quarto! –Disse ele interrompendo-a de falar. —Então era você a sombra que me vigiou a noite. Você me perseguiu? Disse Clara.
—Não diria a palavra perseguir, mas resolvi fazer à mesma coisa que você fez comigo, disse ele.
Clara ficou um pouco assustada em ouvi-lo dizer aquilo. —Você sabia que eu tinha perseguido você? Perguntou ela surpresa.
—Desde o começo! Afirmou ele.
—Então por que você deixou eu lhe perseguir?
—Escute, eu não lhe conheço direito, mas senti uma grande afeição por você!
—Eu também. Ontem eu queria lhe perguntar “Por que você tinha saído da sala tão depressa”.
—Bom... Isso é uma coisa muito pessoal. –Dizia o garoto abaixando a cabeça. — Pessoal? É algo sério? Perguntou ela.
—Você não precisa saber, disse ele com arrogante.
—Ah... Desculpe, respondeu Clara sem reação.
—Tudo bem. Agora eu tenho que ir, seus amigos estão vindo. Vemos-nos na sala. –Dizia ele se afastando dela. —Espere... Diz-me seu nome? Disse Clara.
—Hugo, disse ele.
—O meu é...
—Clara! Eu já sei! Disse ele a interrompendo de continuar a falar.
Clara ficou surpresa ao saber que Hugo sabia o seu nome sem ela se apresentar para ele. Assim que ele saiu, os amigos dela chegaram. —Clara nós passamos na sua casa, e sua mãe disse que você tinha saído sem falar com ela. O que aconteceu? Perguntou Fabiana.
—Nada Fabiana, só quis chegar cedo na escola, disse ela.
—Mas você nunca chegou tão cedo na escola, e eu tinha lhe visto conversando com aquele aluno novo estranho. Do que estavam conversando? –Dizia Rafael bastante curioso. —Nada de interessante Rafael, vamos para sala, vai começar a aula. –Dizia ela tentando faze-lo esquecer do que viu. —Vamos, disse ele.
Chegando à sala de aula, Clara viu Hugo sentado nos fundos da sala. Durante toda a aula, eles ficaram se olhando e sorrindo. Parecia que aquele dia eles tinham se apaixonado, eles ficavam olhando um para o outro fixamente nos olhos.
Os dias se passam e eles sempre antes e nos finais das aulas se encontravam para ficar conversando. Para eles era a melhor coisa que já aconteceu em toda vida deles.
Em um dia o sol se esconde e a manhã se passa com chuva, Clara foi para escola, e como o de costume, ela ficou esperando-o no lugar que eles sempre se encontravam para ficar conversando, mas de surpresa Hugo não aparece. Clara ficou procurando uma razão que justificasse a falta dele. Outro dia se passa, e vai se passando mais e mais dias com chuva e Hugo não aparecia. Clara começou a ficar preocupada. —O que está acontecendo Clara? Você está muito estranha! Você começou a ficar assim depois que aquele aluno novo entrou na escola. –Dizia Rafael aflito por ela. —Eu estou bem Rafael. Não está acontecendo nada! Disse ela.
—Mas você mudou muito, principalmente nesses últimos dias que ele não está vindo. Você está apaixonada por ele? Perguntou Rafael.
—Claro que não. Isso jamais se passou pela minha cabeça. –Disse Clara um pouco nervosa. —Espero que sim. Não quero que você sofra, disse Rafael.
—Eu não vou sofrer, fica tranqüilo. Agora vamos embora.

Continua...

ALESSANDRO - A.M      

Este artigo já foi lido 1097 vezes



Lista de artigos publicados pelos alunos    Biblioteca