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Diante das Águas - O medo, a culpa e o ódio. A A A A

Eles vão até o carro de Rafael rindo, e então vão até o local de seu destino. Durante todo o caminho, Clara pela primeira vez percebe no rosto de Rafael uma plena alegria. Pela expressão do olhar, do sorriso e o rosto de Rafael. Clara percebeu que ele gosta de ficar ao seu lado. Chegando a seu destino eles saem do carro e Clara fica surpresa com o lugar. Era um lugar diferente e com muitos morros altos. —Rafael que lugar é esse? Perguntou ela.
—É o melhor lugar do mundo. Eu adoro Novo Horizonte!
—Eu nunca vi esse lugar antes, vamos para onde agora?
—Bom, agora preciso que você feche os olhos que irei lhe mostrar o mundo!
—Tem certeza?
—Tenho!
Quando Clara fecha os olhos, Rafael põe as mãos na cintura dela e diz bem baixinho em seu ouvido: “Abra os Olhos”. Assim que ela abriu os olhos, Clara se depara com uma vista maravilhosa; havia vários lugares. Ela ficou muito surpresa com a vista. Clara fica curiosa para saber como eles subiram naquele lugar alto, tão rápido. —Como nós subimos aqui tão rápidos? Perguntou ela.
—Clara não me faça perguntas, apenas curta o momento comigo.
—Mas...
—Por favor. Sem perguntas! –Dizia Rafael impedindo-a de falar. —Tudo bem, disse Clara.
Eles passaram toda manhã ali, conversando, rindo, comendo e brincando de jogos com a comida. Ao entardecer, Clara pede Rafael para ir embora. —Rafael... Temos que ir embora.
—Já Clara?
— Sim! Minha mãe deve está preocupada e eu não quero mais dar preocupação para ela.
—Tudo bem... Vamos, mas quero que sempre lembre desse dia, porque eu jamais esquecerei!
Clara fica com um belo sorriso no rosto, e eles começam a descer daquele lugar, mas estava demorando muito para chegar ao carro de Rafael. Ela percebe e fica curiosa com aquela situação! —Rafael, nós subimos tão rápido. Por que está demorando tanto para chegar lá em baixo?
—Clara sem perguntas. Eu prefiro que seja assim!
—Mas é difícil ficar sem explicação!
—Fica só hoje sem explicação? Por mim...
—Está bem.

ALESSANDRO - AM      

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