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Diante das Águas - O medo, a culpa e o ódio. A A A A

Quando eles chegaram ao carro de Rafael, entraram e foram embora. Chegando em frente à casa de Clara eles se despedem. —Obrigada Rafael por me animar hoje. Foi um dia especial para mim!
—Não agradeça, eu que tenho que agradecer. Você me deu uma manhã maravilhosa.
—Um dia quero conhecer sua casa. Eu e nem nossos amigos conhecemos seus pais, disse Clara.
Rafael fica em silêncio por um tempo e com algumas lágrimas nos olhos. Parecia que tinha acontecido alguma coisa de ruim com os pais dele. —O que foi Rafael? –Dizia Clara preocupada com Rafael. —Prefiro que você não os conheça! Disse ele.
—Por quê?
—Eu quero contar... Ainda não, mas um dia contarei para você Clara, somente para você!
—Tudo bem. Amanhã nós conversamos na escola.
—Tchau Clara. Tenha uma boa tarde.
—Já tive com você! –Dizia Clara sorrindo. Rafael dá um belo sorriso e vai embora. Clara fica olhando para o carro dele até quando não podia mais vê-lo. Ela entra em casa e sobe para seu quarto. Ela ligou seu computador e ficou lendo seus recados eletrônicos. Então ela lê um recado de uma empresa famosa, falando sobre a importância dos seres marítimos. Nesse recado vinha falando de uma noticia que “Morreram muitos animais marítimos no meio do Oceano Atlântico”. Foi uma coisa muito curiosa e difícil de acreditar “Como muitos animais marítimos foram para mortos no meio do Oceano Atlântico?”. Clara se deitou e adormeceu pensando na noticia que tinha lido naquele recado. E já eram quatro horas da madrugada. Naquela noite Clara teve outro sonho, e nesse sonho ela estava de olhos fechados, e tinha a sensação de estar voando. O vento batendo em seu rosto, seus cabelos voando pelo ar e um belo sorriso em seu rosto. Ela estava gostando de estar voando, mas ao abrir os olhos ela se deparou com o mar e começou a cair. Assim que ela caiu, viu muitos animais marítimos mortos. Ela começou a ficar nervosa e assustada, em todo lugar que ela olhava dentro das águas só via animais mortos. No momento que ela olhou para baixo, viu o corpo de um homem que estava começando a flutuar. Quando o corpo ficou mais próximo dela, Clara viu que aquele homem morto era o Hugo. Ela fica bastante assustada e agitada em ver aquilo. Assim que ela encostou ao corpo dele, os olhos dele abrem e ela acorda com o mesmo olhar de “Socorro”. Ela se levanta da cama com a respiração rápida. E aquela foi à segunda vez que ela teve um sonho sem sentido. Clara toma seu banho, seu café da manhã e vai para a escola. Ao chegar à escola ela avista Rafael em frente a ela esperando-a. Ele dá um belo sorriso ao vê-la e ela também sorri. Nas mãos de Rafael havia um lindo buquê de flores de rosas rosa. —É para você Clara, disse Rafael.
—É lindo Rafael, não precisava! Você deve ter gastado um dinheiro alto para comprá-las, existe muito poucas a espécie delas por aqui!
—Foi um grande prazer traze-las para você, e ver esse rostinho lindo!

Clara dar uma risada e naquele exato momento Rafael olha para frente e o sorriso que estava em seu rosto se desfaz. Clara percebe a diferença e olha para trás. Ao olhar para trás estava Hugo; com o rosto machucado e com algumas feridas nos dois braços. Clara ao ver aquilo fica nervosa e acaba deixando cair no chão o buquê de flores que Rafael tinha dado para ela. Rafael olha, abaixa a cabeça e fica em silêncio. —Hugo o que aconteceu? Perguntou Clara.
—Eu precisava vir aqui para falar com você! –Dizia Hugo com sua voz cansada. —Mas você está todo machucado. O que aconteceu com você? Disse ela.
—Eu preciso falar com você Clara, por favor, me ouça?
—Primeiro preciso cuidar desses machucados. Ajude-me aqui com o Hugo Rafael...

continua...

ALESSANDRO - AM      

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