Este site utiliza cookies. Ao continuar neste site autoriza a sua utilização e concorda com a Política de Privacidade e com a Política para os cookies.
Escola de Magia
Login e aceder à área de aluno
ou
Matricular-se na Escola de Magia
MENU
Entrada > Átrio principal > Átrio > Biblioteca > Textos dos Alunos



Diante das Águas - O medo, a culpa e o ódio. A A A A

Clara se levanta e vai à direção de Hugo muito surpresa com o quê viu. Ela começou a andar devagar até Hugo. Chegando lá ela se senta em uma pedra que tinha em frente ao mar. - Mas... Como... –Dizia ela bastante assustada. —Eu tinha dito para você! Disse Hugo.
—Desculpe-me Hugo, me desculpe por não confiar em você. Estou me sentindo muito culpada por não acreditar em você; eu lhe comparei com os outros garotos sem antes deixar-lhe me mostrar à verdade.
—Não se culpe. É realmente difícil de acreditar que isso exista!
—Eu jamais imaginei que eu fosse ver um dia algo assim!
—Sei como você deve está se sentindo. Eu também fiquei assim quando me vi desse jeito.
—Sua calda é linda, brilhante, envolvente com uma bela cor; é encantadora.
—Eu tenho raiva dela; gosto mais de pernas!
—Não tenha raiva dela, eu gostei. –Dizia Clara completamente envolvida pela calda de Hugo. —Clara, eu quero ficar perto de você. Você é uma garota muito especial para mim! Disse ele.
—Por que não me deixou dizer que eu lhe amo?
—Eu não podia deixar você se apaixonar por mim!
—Por que não?
—Antes eu tinha que lhe mostrar isso. Eu tinha que saber se você iria gostar de mim como eu sou; e agora que você vê o monstro que sou. É uma decisão sua, mas quero que saiba antes de tomar qualquer decisão; eu amo-lhe!
—Eu também estou apaixonada por você!
—Então você quer namorar comigo?
—Eu ainda não sei Hugo.
—Como assim?
—Eu preciso pensar.
—Pensar? Eu revelo o meu maior segredo para poder ficar com você e você me fala que quer pensar? Espera aí, você não pode fazer isso comigo! Você sabe mais do que eu agora que eu não posso fazer amizades com outras pessoas, muito menos me apegar a elas. Eu sofro com isso Clara. Eu sei que ninguém quer namorar um monstro como eu, mas... Eu sabia que iria sofrer se me apaixonasse por você! Eu estava certo dizendo que isso iria mudar minha vida; e mudou, mas para pior! Vai embora Clara, por favor, vai embora; preciso ficar sozinho aqui. –Dizia Hugo com raiva. —Hugo eu... Disse Clara.
—Vá embora. –Disse Hugo a impedindo de falar. Clara passa a mão no rosto molhando de Hugo, se levanta da grande pedra que estava sentada e vai embora. Hugo estava de rosto virado para o lado quando Clara alisou seu rosto que estava molhando naquele momento. Quando ela se levantou para ir embora, ele vira seu rosto para frente e com os olhos cheios de lágrimas fica admirando-a indo embora. Assim que não dava mais para vê-la, ele mergulha nas águas e some pelo mar. Quando Clara chegou a sua casa, ela estava em seu quarto deitada em sua cama olhando para o teto de seu quarto e pensando em tudo que aconteceu na praia de Kennedy. Naquele momento a porta bate e a mãe de Clara entra. —O que aconteceu filha? Perguntou ela.
—Nada mãe, disse Clara.
—Desde que você chegou não comeu nada, nem tomou seu café da manhã e está aí deitada e pensativa!
—Estou cansada, só isso!
—Não vai sair hoje?
—Não!
—Vai sim filha, vai se encontrar com seus amigos se divertir, você merece!
—Não se preocupe mamãe.
—Quer alguma coisa para comer? Você não comeu nada até agora!
—Não! Obrigada.
—Como quiser, mas para mim você deveria se distrair.
—Hoje quero só pensar!
—Tudo bem.

ALESSANDRO - AM      

Este artigo já foi lido 1169 vezes



Lista de artigos publicados pelos alunos    Biblioteca