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Diante das Águas - O medo, a culpa e o ódio. A A A A

Clara vai se arrumar para sair, Hugo sai do quarto dela e fica pensando na conversa que ele teve com ela; ele sentiu medo de perder Clara para Rafael, ele não estava mais conseguindo ficar sem ela. Quando Clara acaba de se arrumar, ela desce, chama sua mãe e as duas saem em destino do consultório de psicólogo, então elas entram no carro da mãe de Clara. —Filha, não sabe o quanto eu fico feliz por você está fazendo o que lhe pedi!
—Imagina mamãe.
—Como vão seus amigos?
—Estão bem!
—Filha... Quero lhe fazer uma pergunta! Posso?
—Pode mãe!
—Você está namorando?
—Não! Clara que não! –Dizia Clara nervosa com a pergunta. —Ah, pensei que estivesse, porque você está tão estranha ultimamente! Disse sua mãe.
—Não estou, vamos parar com essa conversa mãe, por favor, estou ficando sem jeito falando isso com você.
—Tudo bem filha.
Chegando ao consultório do psicólogo, Clara entra e este começa a conversar com ela para que ela se sinta a vontade. —Então qual seu nome? Perguntou o psicólogo.
—Provavelmente você sabe! Minha mãe veio marcar o horário para mim.
—Eu quero poder lhe ajudar, mas se você não deixar fica difícil não só para mim e para você também!
—Desculpe, é que não queria vir aqui!
—Eu sei. A maioria dos jovens não gostam de vir a um psicólogo.
—Então... O que eu faço?
—Eu vou lhe ajudar, senti-se. Posso lhe fazer as perguntas? Você apenas responderá.
—Pode.
—Qual seu nome?
—Clara.
—O meu nome é sua consciência e durante todo este período você irá conversar com você mesma. O que você mais gosta de fazer?
—Nada.
—O que lhe encanta?
—Hugo.
—Quem é Hugo?
—É o garoto que eu amo.
—Onde o conheceu?
—Na escola.
—O que pretende fazer no futuro com ele?
—Casar.
—Em relação a amigos... O que você pensa sobre eles?
—É minha vida! Eu os amo.
—O que você não gosta?
—Traição e abandono.
—Tem medo que uma dessas coisas aconteça com você?
—Tenho!
—Fale sobre você. Como seria sua vida sozinha?
—Não teria sentido, não conseguiria viver sem as pessoas que eu convivo.
—Conte tudo que senti em relação a sua vida.
—Eu era feliz antes de conhecer o Hugo, depois de conhecê-lo minha vida ficou melhor e pior ao mesmo tempo. Com a chegada dele, me trouxe alegria e perseguição, não me sinto completamente livre, apesar de amá-lo tenho duvidas ao saber se ele realmente me ama. Quero poder descobrir isso, e cada vez mais que eu o conheço me apaixono mais e mais, eu não sei mais o que eu faço. E minha mãe parece que fica me perseguindo, às vezes eu acho que ela não sabe, mas quero contar para ela, assim me sentirei mais a vontade com ele.
—Como se sente em relação a isso?
—Infeliz!
Então Clara continuou a ter sua terapia; o psicólogo ficou bastante envolvido com a vida de Clara, que ele resolveu ter mais sessões com ela. Quando acabou a terapia, eles saem do consultório, e Clara se sentia mais aliviada; afinal ela desabafou para alguém o que sente. —Então doutor... O que está acontecendo? Perguntou sua mãe.
—Ela irá lhe falar. Então você saberá o porquê que ela está mudada, disse o psicólogo.
—Obrigada Doutor, disse Clara.
—Eu quero ter outras sessões com você. Para poder lhe ajudar mais.
—Tudo bem.
—Obrigada Doutor, agradeceu a Sra. Nunes.

ALESSANDRO - A.M      

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