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Diante das Águas - O medo, a culpa e o ódio. A A A A

– CAPÍTULO 3 – Sono profundo –

Arthur fica preocupado com o que seu pai tinha dito, e pensa em Fabiana. Aquela noite era uma noite diferente; parecia que as sereias do mal deixaram a noite para fazer nenhuma maldade pela cidade, as pessoas estavam dormindo intensamente, e a noite estava principalmente calada; como nunca tinha ficado antes após doze anos, dava para ouvir os lobos uivando, os morcegos voando, os cachorros latinos. O mar estava calmo sem nenhum movimento brusco. Quando amanheceu todos foram para a escola, mas diferentes; eles tinham dormido tão bem, que toda a cidade ficou comentando sobre o belo descanso que eles tiveram. —Clara eu dormi tão bem hoje! Disse Fabiana.
—Eu também, disse Tatiana.
—Garotas, que coincidência, eu também, disse Clara.
—Parece que todos dormiram bem. Olhem em volta. Está todo mundo falando a mesma coisa, disse Hugo.
Quando eles observaram em volta, realmente as pessoas estavam falando a mesma coisa; parecia uma coisa totalmente absurda. Quando eles foram para a sala de aula, Rafael não tinha ido para escola, Depois de sentados, Hugo e Clara começaram conversar baixo para ninguém ouvir, sobre o assunto que Hugo tinha para falar com ela. —Clara, eu sei por que as pessoas acordaram falando da mesma coisa hoje! Afirmou Hugo.
—Por quê?
—As sereias do mal não saíram do mar hoje à noite, então eles não fizeram mal a ninguém.
—Mas o que isso tem relação com os nossos sonhos? Afinal eles não podem saber disso.
—Eu não sei explicar, mas o corpo de vocês teve alguma reação com a ausência deles.
—Tem certeza?
—Clara, eu sei o que estou falando!
—Hugo, mas por que eles não saíram para fazer mal essa noite?
—Não sei. Talvez eles devam estar planejando alguma coisa.
—Mas você sabe o que deve ser esse plano?
—Não tenho nenhuma idéia do que seja, mas não é boa coisa, acho melhor não sairmos de casa hoje.
—Tudo bem.
—Avise suas amigas, fala para elas não saírem de casa hoje.
—Vou avisar!
—Eles devem estar juntando forças para poder pegar mais pessoas em menos tempo.
—Quem horror.
—Eles não amam ninguém.
—Não sei o que eles sentem em fazer isso com outras vidas.
—Talvez por diversão.
—Não vejo diversão alguma nisso!
—Eu também não.
—Será que isso nunca vai acabar?
—Se eles continuarem vivos, não vai acabar!

ALESSANDRO - A.M      

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